sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

O Astro e o Vagabundo

Acenderei uma chama em uma inalcansável presa;
Assim, não terei que encarar aquela estrela;
Assim, não deixarei que ela corte minha garganta.


Sou parte de ambos, ou eles são partes de mim. Às vezes brilhando como um astro, aquela estrela vermelha sem direção, às vezes fugindo como um vagabundo da realidade que me sufoca a garganta. É realmente eu sou o astro e o vagabundo, duas metades de um todo que realmente nunca existiu.

Um comentário:

Anônimo disse...

Talvez o todo só precisa que você o deixe existir...

Somos todos assim, brilhamos e abaixamos a cabeça, depende do momento, do sentimento e de quem nos olha.

Bjos.