Infinita Dança
Nessa alegoria você é a mão descuidada que permite a queda.
Oh! Valsa infinita de um coração que ama em descompasso;
perdido nos passos conduzido pela mente do pobre poeta solitário;
São sempre tristes essas danças onde luto por sua mão descuidada;
esforço, suor ou lágrima...
Em queda-livre previ meu fim, caio e não quebro, não há final;
Suas mãos descuidadas recolhem a taça delicada de cristal, um coração;
Para que outra vez se repita essa alegoria,
No mesmo tom triste de uma valsa solitária sem final.
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